Fato 1: Deepfakes usam redes neurais generativas (GANs) e autoencoders para trocar rostos e vozes em vídeos.
Fato 2: O termo surgiu em 2017, misturando 'deep learning' com 'fake'.
Fato 3: Ferramentas de detecção analisam piscadas, sombras e artefatos de compressão para identificar manipulações.
Fato 4: Empresas de mídia usam marca d'água digital e proveniência de conteúdo (C2PA) para combater deepfakes.
Fato 5: A legislação sobre deepfakes ainda está em desenvolvimento na maioria dos países.